18.1.18

Bolo de noz e doce de ovos

Ingredientes:
ovos
açúcar
nozes
água
fios de ovos para enfeitar


Bolo mousse de chocolate

Ingredientes:
ovos
manteiga
farinha
açúcar

Torta de Batata Doce


Ingredientes:
ovos
açúcar
batata doce
farinha

4.10.16

Bolo de yogurte com cacau


Trata-se de um bolo muito simples de fazer e não muito doce.

Ingredientes:
4 colheres de sopa de cacau
4 ovos inteiros
1 yogurte natural sem ser açucarado
2/3 (dois terços) de copo de yogurte de óleo
1 colher de sopa de fermento royal (rasa)
2 copos de yogurte de farinha
2 copos de yogurte de açúcar (mal medido)

Bater os ovos com o açúcar, adicionar o óleo, depois o yogurte e por fim a farinha com o fermento e o cacau. Bater tudo muito bem e colocar em forma de buraco untada e enfarinhada. Levar ao forno pré-aquecido a 160ºC, retirar o bolo do forno quando o palito sair limpo (ter o cuidado de não deixar secar muito o bolo).

nota: por vezes substituo parte do óleo por mais yogurte ou quark (queijo fresco batido). Também substituo parte do açúcar branco por açúcar amarelo.


26.2.16

Bolo simples de nata

Ingredientes:
2 chávenas de chá de farinha de trigo sem fermento
1 chávena de chá de farinha maizena
4 ovos grandes
1 pacote de natas
1 colher sopa rasa de fermento royal
2 chávenas de chá (mal cheias) de açúcar
1 chávena de chá de leite

Misturar todos os ingredientes com a batedeira (ter em atenção de misturar previamente o fermento com a farinha). Untar uma forma com margarina e polvilhar com farinha. Levar ao forno a 160º C cerca de 45 minutos. Retirar mal o palito saia limpo (caso contrário o bolo fica muito seco).

12.10.14

Bolo de Maçãs com Nozes


Ingredientes:
4 ovos
150 g + 2 colheres de sopa de açúcar
1 dl de óleo
3 maçãs reinetas grandes
150 g de nozes
2 colheres de sopa de canela
0,5 dl de vinho do Porto
200 g de farinha
1 colher de sobremesa de fermento em pó
margarina e farinha para untar forma

    Bata as gemas com os 150 g de açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado. Adicione o óleo e continue a bater.
Entretanto, descasque e corte as maçãs em cubos (não muito pequenos) e misture-as com as nozes grosseiramente picadas e com o restante açúcar e 1 colher de sopa de canela.
Junte o vinho do Porto à massa e misture bem. Bata as claras em castelo bem firme e adicione cuidadosamente à massa, alternando com a farinha, previamente peneirada com o fermento e a restante canela. Por fim junte à massa a mistura de maçãs e nozes e deite tudo numa forma sem buraco, previamente untada com margarina e polvilhada com farinha. Coza em forno moderado (200 °C) durante cerca de 40 minutos.     

10.1.14

Doce de Abóbora

Gosto muito de doce de abóbora, o melhor que comi até hoje foi feito pela D. Manuela Campante. Era um mês de setembro, e estávamos de férias na praia da Consolação. Na década de 80 a construção ainda era pouca naquela praia, algumas casas, muitas delas com quintal onde era comum haver uma horta. Eu e as minhas amigas resolvemos "apanhar" uma bela abóbora que não nos pertencia e levar para casa de uma delas. A D. Manuela fez um belo doce, acho até, que foi a primeira vez que experimentei doce de abóbora. Já tentei fazer algumas receitas, mas esta talvez seja a que me parece mais parecida com a que experimentei há muitos anos. Vale a pena comer um belo requeijão de Seia acompanhado por este doce.

Ingredientes:
2 Kg de abóbora menina já descascada
1 Kg de açúcar branco
1 pau de canela

Coloque a abóbora cortada em pedaços pequenos num recipiente, adicione o açúcar e deixe macerar durante algumas horas até o açúcar derreter. Coloque tudo numa panela, acrescente o pau de canela e leve ao lume (brando) e vá mexendo com alguma frequência. Deixe a abóbora cozer muito bem até começar a desfazer-se, retire um pouco de doce para um prato e veja se faz "ponto estrada", se sim, desligue o lume. Retire o pau de canela e o doce está pronto, poderá triturar a abóbora com a varinha mágica (como fiz) ou deixar assim mesmo. 



2.12.13

Bolo para o aniversário da minha amiga B.



 
200 gr de açúcar
120 gr de farinha sem fermento
6 ovos grandes
4 pás de palito de fermento em pó Royal
 
Bater muito bem as gemas com o açúcar até ficar esbranquiçado e engrossarem. Adiciona-se a farinha com o fermento a pouco e pouco, batendo sempre. Batem-se as claras em castelo com uma pitada de sal. Envolvem-se as claras na massa com muito cuidado. Unta-se um tabuleiro grande (26cmx41cm) com margarina e polvilhado com farinha. Coloca-se a massa e vai ao forno a 160ºC cerca de 15 minutos (ter atenção que a massa fica pouco dourada, mal saia limpo o palito retira-se a massa do forno e desenforma-se para o prato definitivo.
 
Fazer agora o recheio:
300 ml de leite gordo ou meio gordo
2 colheres de sopa bem cheias de manteiga
2 colheres de sopa bem cheias de cacau em pó
2 colheres de sopa cheias de farinha maizena diluídas em 50 ml de leite
meia chávena de açúcar (chávena de 300 ml)
 
Levar estes ingredientes ao lume, mexendo sempre até ficar um creme espesso.
Cobrir a massa com este creme.
Voltar a fazer mais um tabuleiro de massa e desenforme sobre o recheio depois deste estar já frio.
 
Cobertura:
2 pacotes de natas (creme de leite, 200 ml cada pacote)
1 tablete e meia de chocolate negro (cerca de 70% de cacau) cerca de 300 gr
cerca de 100 gr de manteiga
Partir o chocolate em pedaços, leva-se tudo num tacho a lume brando
mexendo sempre. Cobre-se o bolo com este creme. Depois de frio polvilhar com avelã triturada bem fina. Caso queira pode colocar ainda frutos vermelhos a decorar.
 
nota: a quantidade indicada para a massa serve apenas para fazer um dos tabuleiros.



11.11.13

Doces para o Natal



7.11.13

Natal



8.10.13

Manta




19.10.12

Tempo frio

Com a chegada do frio, era tempo de nos aninharmos no sofá após o jantar com uma caneca de chá ao lado. Dizias, que te custava muito sair de casa nestes dias à noite para vires jantar cá a casa. Estava frio, e chuva tocada a vento, não gostavas de conduzir e só raramente pegavas no carro para vir até cá.
Chegou mais um Outono, não tarda aí um novo Inverno, estações que convidam ao recolhimento, físico e mental.
Nunca te demoravas muito. Estava na hora de regressares a casa, à nossa casa, agora mais vazia, onde tu passavas o tempo na companhia das tuas memórias e das nossas.
Dizias-me que após a morte da mãe, sempre tiveras o apoio dos teus amigos e família, convidavam-te para te juntares a eles, mas que raramente iam ter contigo a tua casa. No teu último aniversário... que coincidência! ou não!...para te ver feliz, resolvemos fazer uma pequena festa surpresa. Estavas tão contente, bastava olhar para os teus olhos e ver que todos nós éramos peças fundamentais para que a tua vida continuasse a ter sentido. Estávamos todos reunidos num lugar que tantas vezes antes serviu para nos juntar a todos. Sim, no tempo da mãe.

4.10.12

Um presente ao meu irmão

Gostava de saber escrever para poder dedicar ao meu irmão um texto onde coubesse tudo aquilo que sinto por ele. Amo-te C.

"O presente da minha irmã Anabela"

"Às vezes, parece-me que a minha irmã Anabela é quem guarda mais daquele tempo que todos vivemos, mas que fomos perdendo.
As fotografias não existem apenas nos álbuns lá de casa, estão gravadas naquilo que nos constitui: uma menina de olhos grandes sempre a sorrir. A minha família e eu, mesmo que espalhados por lugares e idades, temos em nós essa menina de olhos grandes sempre a sorrir. Em muitas coisas importantes, todos somos a minha irmã Anabela.
Somos a minha irmã Anabela sobretudo em silêncio. Estamos, por exemplo, rodeados de pensamentos. Como se estivéssemos a atravessar uma floresta de pensamentos. Lá ao fundo, suspeitamos a existência de uma sombra que nos poderá magoar. Então, somos a minha irmã Anabela na fragilidade e, também, ainda mais, na força imensa com que atravessamos esse caminho. Porque nenhum caminho ficará por fazer, mesmo que seja necessário arrancar a própria pele: fazer um corte, agarrar a própria pele com as duas mãos e arrancá-la.
Somos a minha irmã Anabela quando continuamos a acreditar, apesar de tudo o que se atira à nossa frente. O horizonte é a verdade. Só o horizonte nos salva.
Um dia, o meu pai encontrou um professor de matemática da minha irmã que, quando soube que ela era sua filha, a elogiou de uma forma que o meu pai não esqueceu durante toda a sua vida. O orgulho que sentiu nesse dia justificou todos os sacrifícios. Nós não estávamos lá, apenas escutámos a descrição feita pelos olhos do meu pai ou, mais tarde e mais vezes, escutámos a descrição dos olhos do meu pai feita pela minha mãe. Mas sabemos que é exatamente esse o orgulho que sentimos pela minha irmã Anabela, por tudo o que ela alcançou, por tudo o que ela é. Esse é o orgulho que a minha mãe sente pela sua filha, que as minhas sobrinhas sentem pela sua mãe, que eu e a minha irmã Alzira sentimos por ela.
Talvez haja uma certa natureza de palavras que fique por dizer às irmãs do meio. Aquilo que ficamos à espera que seja adivinhado não é suficiente, não substitui a justiça dessas palavras, a injustiça desse silêncio.
A minha irmã Anabela protege a pureza dentro de si. Essa é a sua missão. Caminha no interior de si própria, descalça, segurando a pureza com as duas mãos, um cálice quase a transbordar. Olhamo-la e sabemos o quanto dependemos da certeza firme dos seus passos. Transporta uma carga tão preciosa que não conseguimos imaginar como seria perder tanto na nossa vida. Mas, às vezes, desviamos o olhar e, por instantes, distraímo-nos, damos o seu coração e a sua inteligência por garantidos.
Hoje, no momento em que escrevo, a minha irmã Anabela faz anos. Mais logo, vamos jantar. Hei de chegar a horas, vestido com roupas mais ou menos novas, passadas a ferro. Em dias como este, tem de haver alguma coisa especial, mesmo que seja apenas um detalhe, mesmo que seja apenas uma intenção, uma toalha de mesa ou um serviço de loiça. Não sei qual será o assunto de que iremos falar, mas sei qual será o seu tom de voz enquanto estiver a abrir gavetas e a pôr a mesa. Sei qual será a sua expressão à espera da salada. A minha irmã Anabela vai querer escolher a música, mas não vai saber muito bem qual a mais adequada, talvez algum dos discos brasileiros que recebeu num Natal dos anos noventa. Aquilo que sabe é a maneira como quer que o jantar corra, como quer que as pessoas se sintam. A minha irmã Anabela ficará contente se toda a gente falar ao mesmo tempo: as vozes das minhas sobrinhas a cruzarem a mesa, a voz do meu filho a pedir qualquer coisa, eu a concordar com o meu cunhado acerca, por exemplo, do trânsito nas segundas-feiras de manhã. A minha irmã Anabela não pede muito.
Ainda não lhe comprei nenhum presente. Não vou ter tempo de comprá-lo e, pior, não sei se saberia escolher algum objeto que ela quisesse, precisasse e lhe demonstrasse aquilo que eu, seu irmão, quero que ela saiba. Por isso, decidi escrever-lhe estas palavras. Será um presente oferecido com atraso porque não lho entrego hoje. Não sou capaz. Há um silêncio em mim que não deixa. Vou esperar que sejam publicadas e que alguém lhas mostre. Esse momento futuro é o presente invisível que tenho para dar à minha irmã Anabela, menina de olhos grandes sempre a sorrir. "
José Luís Peixoto, set 2012


17.9.12

A horta cá de casa


25.5.12

Mãe


4.3.12

O Bolo da Wilma

Este era o bolo que a minha mãe mais vezes fazia, simples de fazer e pouco calórico. O segredo está nos citrinos que se utilizam, já o fiz muitas vezes com tangerinas de supermercado e não é a  mesma coisa. Tem de ser feito com tângeras/tangerinas daquelas que se encontram nas árvores dos nossos campos (as que no seu interior possuem muitas sementes ), talvez as encontrem nos mercados tradicionais da vossa cidade. Experimentem caso gostem de bolos pouco doces e com uma cobertura ligeiramente ácida.

Ingredientes:
250 gr de açúcar (eu coloco 225 gr)
4 ovos grandes (caso contrário acrescente mais um)
125 gr de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó royal
raspa de 2 Tângeras/tangerinas grandes
cerca de 150 ml de sumo de tângera/tangerina
sal qb

Bata as gemas com o açúcar até esta mistura ficar esbranquiçada e dobrar de volume. Acrescente a raspa e o sumo dos citrinos. Volte a bater com a batedeira (esta mistura irá ficar um pouco líquida). Acrescente a farinha e o fermento, misture bem com a batedeira até a massa fazer bolhas.
Bata as claras em castelo com uma pitada de sal. Envolva as claras no preparado anterior com muito cuidado com a ajuda de uma colher de pau. Leve ao forno (160º C) numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha. Deixe cozer cerca de 20 a 30 minutos. Retire do forno mal o palito saia limpo, não deixe cozer muito para não ficar seco.
Depois de cobrir o bolo coloque-o no frigorífico, fica melhor ainda bem fresquinho.

Cobertura:
cerca de 400 ml de sumo de tângera/tangerina
125 gr de açúcar
1 a 2 colheres de farinha maizena

Leve o sumo ao lume com o açúcar. Entretanto dilua a maizena num pouco desse sumo (ainda frio) e misture ao resto do sumo que se encontra ao lume. Vá mexendo sempre até o sumo ferver e engrossar. Desligue e cubra o bolo (já frio) com esta cobertura ainda quente.

2.12.11

Lembranças de Natal

Quero partilhar convosco algumas das coisas que já adquiri para oferecer a amigos e familiares. As matrioscas são da Marta M., as girafas e os passarinhos da Hand Made By Popeline.

3.11.11

Dia do Bolinho - Broas da D.Emília Quintal

A receita destas broinhas de batata doce foi encontrada no caderno de receitas da minha mãe, ao lado desta encontram-se outras que lhe foram dadas por muitas das suas amigas. Esta receita é da autoria da D.Emília Quintal, uma grande amiga nossa de quem tenho muitas saudades, são muitos os dias em que penso nela e no Sr. Jaime, há sentimentos que nos unem para toda a vida e até para lá da morte. Em homenagem a eles aqui vai a receita.

Ingredientes:
2 Kg de batata doce (pesada em cru e descascada)
1 Kg de açúcar
1 Kg de farinha de trigo com fermento
2 ovos inteiros
frutos secos (nozes, pinhões, passas de uva) coloco bastante (cerca de 750 gr de nozes e pinhões )
1,5 colher de chá de canela
1,5 colher de chá de erva doce
sal qb

Cozer a batata doce, depois de cozida passar pelo passe-vite. Adicionar o açúcar, bater bem com as mãos. Adicione uma pitada de sal, os ovos inteiros, a farinha, a canela, a erva doce. Amassa-se tudo e leva-se ao forno em forma de bolinhas em tabuleiro polvilhado com farinha.

12.12.10

Bolachas de Natal

Ando a ver se volto a por a mão na massa para fazer mais destas bolachas.

4 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de farinha maisena
0,5 xícara de chá de açúcar
1 colher de chá de fermento em pó
3 colheres de sopa de manteiga
1 colher de chá de sal
3 ovos
leite qb
raspa de casca de um limão
Misture a manteiga com o açúcar, junte a farinha, o fermento, a maisena, os ovos e amasse tudo com um pouco de leite. Amasse bem a massa, estenda-a com um rolo de massa sobre uma bancada enfarinhada e corte as bolachas. Unte um tabuleiro com margarina e polvilhe-o com farinha , coloque as bolachas e leve-as ao forno. Deixe-as arrefecer em cima de uma grelha e guarde-as em latas para não ficarem moles.

30.6.10

Verão

As minhas sandálias novas.